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Descontos de 10% a 15% nos Seguros de Viagem

Viajar é, provavelmente, o melhor investimento que podes fazer em ti mesma/o. No entanto, existe ainda a ideia de que precisas de uma conta bancária recheada para conhecer o mundo. A boa notícia? Isso não é verdade.
Acreditamos que viajar mais barato trata-se de viajar de forma inteligente, priorizando as experiências e o contacto com a cultura local, em vez de gastos desnecessários.

Para te ajudar a tirar esse plano do papel, reunimos algumas dicas essenciais que vão ajudar-te a aproveitar cada momento, gastando apenas o necessário.

1. Sê flexível nas datas, destinos e aeroportos

Viaja nos dias mais baratos da semana

Por vezes, antecipar ou adiar a viagem apenas um dia pode representar uma poupança de centenas de euros. Voar à terça ou quarta-feira costuma ser muito mais barato do que ao fim de semana.

Viajar barato usando a opção “mês inteiro”

Na tua pesquisa procura pelo “mês inteiro”, assim podes identificar os dias mais baratos (por norma mantém-se a verde).

Viajar barato usando a opção “mês inteiro”

O mesmo acontece para os destinos e aeroportos. Procura ser flexível tanto na escolha do teu destino, como na opção de um aeroporto secundário.

2. Usa sempre o modo de navegação anónima

O bilhete de avião é, muitas vezes, a despesa mais pesada da viagem, mas é também onde podes poupar mais se souberes como pesquisar.

Regra de ouro: usa sempre o modo de navegação anónima ou limpa a cache do teu browser antes de pesquisares. Os sites de viagens usam cookies para rastrear o teu interesse. Se pesquisares o mesmo destino várias vezes, o algoritmo percebe que queres muito ir e inflaciona o preço para criar urgência na compra. 

Não te limites a um só site. Usa agregadores como o Skyscanner, Google Flights, Momondo ou Kayak para teres uma visão geral do mercado. Estes motores mostram-te várias combinações de companhias (tradicionais e low-cost) e dias mais baratos.
Mas atenção: depois de encontrares o voo ideal no agregador, vai sempre ao site oficial da companhia aérea confirmar o preço. 

Cria alertas de preço para receberes no email

Se ainda faltam alguns meses para a viagem, define um alerta nestes sites e deixa que eles trabalhem por ti. Assim que o preço baixar, recebes um email e podes comprar na hora certa.

3. Como viajar barato gerindo bem cartões de débito e crédito

Se não vais levar muito dinheiro vivo, é quase certo que terás de levantar dinheiro em caixas multibanco durante a viagem. Fora da zona Euro, estes levantamentos costumam ter custos associados, com taxas fixas e variáveis cobradas pelos bancos e pelas redes de pagamento.

Para reduzir esses custos, compensa levantar valores mais altos e fazê-lo menos vezes, diluindo a taxa fixa. Dá prioridade ao cartão de débito, que costuma funcionar bem na maioria dos países.

O cartão de crédito deve ficar reservado para pagamentos online ou reservas. Evita usá-lo para levantamentos de dinheiro, já que os cash advance têm taxas muito elevadas.

4. Viajar barato definindo um orçamento diário

Um dos maiores erros ao tentar viajar barato é ir “às cegas”, sem saber quanto podes gastar por dia. Antes de saíres de casa, define um limite diário realista.
Se souberes que tens, por exemplo, 40€ ou 50€ por dia, vais tomar decisões mais conscientes, controlar melhor os gastos e evitar aquela surpresa desagradável quando regressas da viagem.

Para facilitar este planeamento, a BELT Seguros explica passo a passo como calcular todos os custos de uma viagem, desde transporte e alojamento até despesas do dia a dia.

 👉 Vale a pena leres este guia completo sobre como calcular os custos de viagem, especialmente se queres viajar barato sem stress.

5. Viaja na época intermédia

A lei da oferta e da procura é implacável: se toda a gente quer ir para o Algarve ou para Paris em agosto, os preços vão disparar. Viajar na época alta (verão, natal ou páscoa) é a forma mais rápida de esgotar o orçamento, ao pagar o dobro por serviços que estão sobrelotados.

A estratégia inteligente é apontar para a época intermédia, meses como maio, junho, setembro ou outubro (na Europa) costumam oferecer um clima agradável, dias longos, mas com muito menos turistas e preços de voos e alojamento bastante mais simpáticos.

Além disso, tem atenção à geografia: a época alta na Europa não é a mesma que no Sudeste Asiático ou na América do Sul. Pesquisa quando é o pico turístico no teu destino e vai no mês anterior ou seguinte.

6. Escolhe destinos onde o teu dinheiro vale mais

O destino que escolhes tem o maior impacto no teu orçamento final. É importante teres consciência de que o mesmo valor não rende o mesmo em todos os países.

Se o teu objetivo é poupar, opta por destinos onde o custo de vida é mais baixo. Por exemplo, países no Sudeste Asiático ou na Europa de Leste permitem-te ter uma excelente qualidade de viagem, com bons alojamentos e ótimas refeições por valores muito inferiores aos praticados nas grandes capitais da Europa Ocidental ou na Escandinávia.

Isto não significa que não possas visitar destinos mais caros, mas, ao escolheres países “mais baratos”, consegues viajar durante mais tempo e com mais conforto.

7. Viajar barato poupando no alojamento

O alojamento corresponde a uma grande fatia do orçamento. A regra para poupar aqui é simples: evita os hotéis tradicionais. Hoje em dia, tens opções muito mais economicas e práticas.

Os hostels são ótimos não só pelo preço, mas porque muitas vezes têm cozinha. Contudo se preferires uma maior privacidade, procura guesthouses familiares ou quartos em casas de locais (através de plataformas de alojamento local).

Para além de ser mais barato, ficas em bairros mais autênticos e recebes dicas valiosas de quem lá vive, escolhendo zonas menos turísticas. E lembra-te: se viajares à noite em autocarros ou comboios para longas distâncias, poupas uma noite de estadia.

8. Não poupes no Seguro de Viagem

Pode parecer um contrassenso incluir uma despesa num guia sobre como poupar, mas a regra de ouro dos viajantes experientes é clara: não viajes sem seguro de viagem.

Às vezes, basta um imprevisto para mudar tudo, uma lesão repentina, a mala que não chega ao destino ou até uma refeição que te deixa doente. Quando estás longe de casa, estes “pequenos azares” podem transformar-se rapidamente em grandes dores de cabeça e custar milhares de euros (especialmente fora da Europa), arruinando não só a viagem, mas as tuas finanças.

O seguro é aquele investimento que fazes na esperança de nunca teres de usar, mas que é essencial para garantir que estás protegido. Pesquisa e compara as melhores coberturas com a BELT.

9. Viajar barato usando transportes públicos

Numa viagem low-cost, a regra é evitar o transporte privado, exceto em emergências ou se estiveres num grupo grande onde dividir a conta compensa. A melhor forma de conheceres uma cidade (e a mais barata) é a pé. É grátis, faz bem e descobres pormenores que passariam despercebidos dentro de um carro.

Para distâncias maiores, usa sempre a rede de transportes públicos: metro, autocarro ou elétrico. A maioria das cidades tem passes diários ou semanais que ficam muito em conta.

10. Viaja apenas com bagagem de mão

As companhias aéreas low-cost costumam ter bilhetes a preços muito atrativos, mas as taxas de bagagem de porão podem duplicar o custo da viagem. Muitas vezes, despachar uma mala custa mais do que o próprio voo.

A solução é viajares leve. Uma mochila ou uma mala de cabine é suficiente para a maioria das viagens, se souberes escolher bem a roupa e os essenciais. Além da poupança financeira direta, ganhas tempo: evitas as filas nos balcões de check-in, não tens de esperar na passadeira de bagagem à chegada e deslocas-te com muito mais facilidade nos transportes públicos.

11. Aproveita as atividades gratuitas

Não precisas de gastar uma fortuna em bilhetes para absorver a cultura de um lugar. Quase todas as cidades oferecem experiências incríveis a custo zero, se souberes onde procurar.

Pesquisa antecipadamente os dias em que os museus têm entrada livre (muitas vezes ao domingo ou em dias específicos do mês). Explora os parques públicos, visita os mercados de rua e aprecia a arquitetura ou os monumentos ao ar livre.

Outra excelente opção são os Free Walking Tours. São visitas guiadas a pé onde não existe um preço fixo de bilheteira. No final, pagas apenas uma gorjeta (tip) que consideres justa e adequada ao teu orçamento. É uma das formas mais economicas e didáticas de conhecer a história da cidade.

Conclusão: viajar barato é planeamento, não sorte

Viajar barato não é uma questão de sorte, mas sim de planeamento e escolhas inteligentes. Ao seres flexível com datas e destinos, definires um orçamento diário, controlares os gastos e investires num bom seguro de viagem, consegues aproveitar muito mais sem rebentar o orçamento. Pequenas decisões fazem uma grande diferença no custo final da viagem.

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